Feira promove comércio e consumo sustentáveis

22/09/2017

 

A Feira da Economia Solidária e Criativa (Fesol) é tão legal e bem procurada que foi realizada duas vezes nesta edição do Fórum. A primeira, durante a palestra do Leonardo Boff na segunda (18), juntou todo o público recorde da atividade em torno das bancas da Feira. Já na tarde desta quinta (21), dez comerciantes montaram seus estandes no campus da Unicruz para mais um recorde de vendas. Essas duas edições da FESOL foram a 9ª e a 10ª, respectivamente.

 

“O meu lucro tá aqui” comenta a artesã Dilma Farias, que se sustenta há mais de vinte anos com artesanato. Segundo ela, a Fesol é um momento para vender mais e expor os produtos para mais gente. O comerciante Alexandre Michielin, que vende biscoitos, doces e cucas, concorda com ela. Ele comenta que na Fesol, muito mais pessoas têm acesso ao produto: “Aqui no Campus a gente vende pra pessoas que nem sempre tem condições de ir no centro de dia para comprar nosso produto”, comenta, completando “Isso é bom pra eles, que vão ter acesso a um produto que, como nosso nome já diz, tem um sabor caseiro”.

 

 

 Aliás, todos os produtos dos feirantes são feitos de sabor caseiro. A assessora de comunicação da Inatecsocial [incubadora de negócios sociais da Unicruz], Mariana Wayhs, relembra que isso é uma das características da Fesol que mais atraem os clientes: “Quem visita vira cliente, tanto em virtude do conceito da economia solidária e criativa, tanto porque tem muita qualidade. É tudo fresquinho, natural, feito para venda naquele dia - diferente da lógica supermercadista”.

 

 

E a Mariana também nos ajuda a entender o conceito de economia solidária. Segundo ela, “na economia solidária todos crescem juntos. Isso se percebe no clima da feira: ‘Eu não tenho isso, mas o colega tem’. Assim, um acaba divulgando o outro e contribuindo para o crescimento de todos. É um princípio diferente do capitalismo em si”. A intenção da Inatecsocial ao fomentar a Fesol, ainda de acordo com Mariana, é promover a geração de trabalho e renda a partir de produtos sustentáveis.

 

 

São mais de 40 feirantes cadastrados, que trabalham com panificações, massas, outros produtos caseiros e artesanato. Fora da feira, os profissionais participam ainda de reuniões de incentivo à economia solidária e criativa, atividades essas que contribuem com o trabalho e auxiliam no crescimento deles.

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